• No Brasil em mudança, como fazer campanha eleitoral

    Por todos os lados que se olhe, os sinais são de mudança profunda na estrutura política do país.

    O processo de impeachment contra a presidente da República e o afastamento do presidente da Câmara de Deputados são marcos significativos desse início de transformação.

    A Lava-Jato avança rapidamente já tendo indiciado mais de 200 réus.

    O eleitor está cansado de tantas notícias que mostram o vínculo íntimo entre o poder e a corrupção.

    O que fica evidente é a esperança de que novos tempos estão chegando.

    Daqui a três meses, começará mais uma etapa do processo eleitoral, desta vez para a definição de prefeitos e vereadores.

    Será a oportunidade para o eleitor escolher candidatos comprometidos com esses novos tempos.

    Com certeza, será o momento também para quem trabalha com o mercado do marketing político e eleitoral.

    O importante: nesses novos tempos serão necessárias novas atitudes de quem vai ser candidato e de quem trabalha nas campanhas.

    Se você quiser saber mais sobre esse tema, vai ser realizado um Workshop no dia 9 de junho, em São Paulo, que vai informar sobre essas mudanças e como as produtoras pequenas e médias podem aproveitar essa oportunidade.

    Clique no link abaixo e veja como vai ser o Workshop

    http://workshop.filmmaker.com.br/

    As principais mudanças nas regras eleitorais para 2016 são as seguintes:

    • Convenções dos partidos serão realizadas de 20.07 a 05.08
    • Eleição começará mais tarde no dia 16 agosto

    Como a campanha começa mais tarde, a pré-campanha ganha

    força, principalmente na Rede Social (custos baixos)

    • Programas eleitorais (Rádio e TV) começam dia 26.08 (6ª.)

    Postar vídeos (Site, Blog, YT, Rede Social) agora é importante

    • A Justiça eleitoral define limites para gastos de candidatos

    As campanhas vão ter recursos reduzidos. Esta é uma oportunidade competitiva para pequenas produtoras

    • Foi proibida a doação de empresas

    Quem estiver preparado poderá ter uma oportunidade relevante nas eleições de 2016.

     

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  • As cinco forças que impulsionam a pré-campanha

    Pré-campanha só tem sentido quando começa bem antes.

    Esta é uma fase do processo eleitoral que ganhou importância com as últimas mudanças na legislação eleitoral.

    Para compensar o menor tempo de campanha (45 dias), o pré-candidato precisa iniciar a pré-campanha de seis a sete meses antes da eleição.

    Para vereador ou prefeito, o esforço é semelhante alterando-se a intensidade desse trabalho.

    Meta clara e bem definida

    Antes de iniciar o processo, será preciso ter bem claro o seu objetivo. Vereador ou prefeito? Recomendo sempre que o pré-candidato escreva cinco linhas sobre o motivo que o levou a se candidatar a esse cargo.

    Caso não esteja claro, é possível ajudá-lo com sessões de Coaching.

    Redigido o texto, este passará a ser o mantra diário do pré-candidato. Recomenda-se que, ao levantar, leia o texto. Se tiver alguma dúvida, releia-o. Se tiver alguma crise de campanha, busque no texto inspiração para a solução.

    Se o objetivo não estiver claro para o pré-candidato, ele não conseguirá conquistar nenhum apoio para a sua eleição.

    Mapear os apoios

    A meta somente estará clara e objetiva se o pré-candidato fizer o mapeamento de sua situação e dos oponentes. Isso poderá ser realizado com ajuda de pesquisas quantitativa qualitativa, levantamento dos mapas do TRE da última eleição municipal na sua cidade e as incansáveis conversas com líderes de bairros.

    Conhecer pontos fortes e fracos

    Todos os líderes conhecem seus pontos de alavanca e de desafio. No Coaching, usam-se várias ferramentas para ajudar a definir esse quadro, como a planilha SWOT pessoal.

    Trabalhe os pontos fortes. Concentre-se neles para potencializar suas forças. Se entre os pontos fracos estão algumas faltas de habilidades, veja o que você pode fazer para supri-las. Por exemplo, dificuldade de falar em público, ou falta de habilidade para liderar. Estes casos podem ser facilmente trabalhados em sessões de Coaching.

    Montar a estrutura de comunicação

    O que não pode faltar é uma pessoa ao seu lado fazendo o trabalho de comunicação. Ele vai ajudar a agendar entrevistas, planejar o conteúdo da Rede Social (veja abaixo), publicar artigos na imprensa, gravar vídeos para o Facebook, site e YouTube, monitorar o que sai na Internet.Mapear cenário político

    Elaborar Planejamento de Ações

    Ao desencadear a pré-campanha, o pré-candidato tem de saber quais  as principais ações serão realizadas e em que momento. Este planejamento precisa estar esboçado.

    A partir daí, o processo é dinâmico. Novas ações são definidas, outras são atualizadas. Faz-se o acompanhamento com novas pesquisas. E assim o pré-candidato chega em agosto, no início da campanha oficial, com imagem formada e estrutura de apoio consolidada.

    Veja em posts anteriores mais informações sobre a pré-campanha.

     

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  • Na pré-campanha, é preciso ser cigarra e formiga

    O que todos já ouviram falar da fábula de Esopo, “A Cigarra e Formiga”?

    Nos meses que antecedem ao inverno, a cigarra só cantava enquanto a formiga estocava alimentos incansavelmente.

    Veio o inverno e a cigarra ficou sem comida.

    Moral da fábula:  trabalha e pensa no futuro!

    Esta etapa da pré-campanha é sem dúvida a mais importante. Agora é preciso trabalhar muito e aproveitar o tempo precioso.

    Serão pelo menos seis meses até o início oficial da campanha em meados de agosto. E naquele período serão apenas 45 dias!

    A conclusão óbvia é a de que agora é preciso agir muito como formiga e um pouco como cigarra. O melhor período para a cigarra será no curto prazo de campanha. Então, deve-se cantar bem alto os pontos fortes do candidato que foram reforçados durante a pré-campanha.

    O próprio TSE já regulamentou, desde 2010, o uso das Redes Sociais para o período que antecede a campanha eleitoral.

    Nada mais justo que se aproveite esse presente da legislação eleitoral.

    Mãos à obra então.

    No post anterior, foram indicados vários pontos importantes das ações na fase da pré-campanha. Como são relevantes, sugiro que se leiam novamente os textos.

    O que mais salta aos olhos é o caminho aberto para as ações que podem ser realizadas a partir de agora.

    É preciso ter uma estratégia elaborada para este período de pré-campanha.

    O que se pretende construir até o início da campanha?

    Qual é a imagem a ser consolidada?

    Planeje como será sua agenda semanal. Quais os lugares que vão ser visitados?

    Nas Redes Sociais, a atenção deve ser redobrada. O ideal é ter uma fanpage no Facebook. Assim, não haverá limitação em  5 mil seguidores. É preciso criar um canal no YouTube. Cada vez os vídeos assumem a dianteira na preferência dos internautas. Os custos são reduzidos. Um bom smartphone pode gravar vídeos com 4K de qualidade de imagem. Em outras palavras, representa cerca de quatro vez mais a nitidez do Full HD.

    Comece a montar sua lista de e-mails.  Faça um Blog no seu site. Publique pelo menos dois posts por semana. Junto com o Facebook, você vai criando relacionamento como quem no futuro poderá ser seu eleitor.

    Para alimentar sua lista de e-mails, publique uma newsletter digital a cada 15 dias. Assim, você vai construindo o diálogo.

    Nada melhor do que promover encontros. Pela estratégia, já foram definidos os segmentos que mais se aproximam de você. Agende reuniões com os grupos de forma separada; assim, você dá uma atenção especial a cada um deles.

    Enquanto isso, você vai definindo com ajuda de amigos e especialistas, a sua plataforma para a eleição. Se for candidato a prefeito, será preciso elaborar um programa de governo. Mas se sua intenção for a Câmara Municipal você vai precisar de estabelecer os  pontos principais.

    Uma boa pesquisa quantitativa vai fornecer um estudo adequado das regiões que interessam para a sua eleição.

    Junto com o estudo do mapa eleitoral da última eleição municipal poderá ser montado um quadro de operações para orientar as ações.

    Muito trabalho até o início da campanha eleitoral, em agosto, como toda boa formiga precisa.

     

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  • Pré-campanha, aproveite os ventos favoráveis

    Os pressupostos que existem para a campanha eleitoral deste ano são radicais.

    Isso significa que alguns pontos podem ser favoráveis para poucos pré-candidatos e francamente desfavoráveis para outros. Já outros itens são desafiadores para todos os que vão concorrer em outubro.

    Este ano a campanha começa mais tarde. Oficialmente a largada deve acontecer somente em meados de agosto. Serão 45 dias de campanha contra 90 dias nas eleições passadas. É bom para quem está na frente e péssimo para quem ainda não é conhecido. Estamos falando aqui também do tempo das inserções políticas ao longo da programação diária das emissoras de TV e rádio. Isso pode fazer diferença.

    Da mesma forma, o horário gratuito na TV e no Rádio deve começar somente na segunda quinzena de agosto. Agora, são 35 dias – dez a menos que antes. Programas a menos podem fazer falta para quem ainda tem índice de conhecimento reduzido em relação ao candidato que está na ponta. Claro que para vereadores a diferença é menos impactante. Afinal, eles já têm pouco tempo de programa eleitoral e serão lançados numa verdadeira Torre de Babel da comunicação.

    E tem outra pedra no caminho de quem vai participar das eleições de 2016: as doações agora ficaram restritas a pessoas físicas; as empresas não podem mais doar oficialmente.

    Por causa desse cenário, algumas ações precisam ser iniciadas o quanto antes.

    Você pode estar se perguntando: esse não foi o tema também do último artigo postado?

    Quero responder com ênfase: é exatamente o mesmo tema. E isso tem um motivo muito sério. Vou insistir nessa tecla o quanto for possível.

    Aproveite o tempo da pré-campanha!

    O objetivo e o motivo

    O mais importante é definir que você quer ser candidato. Vereador ou prefeito? E também ter muito claro por que você quer ser eleito para esse cargo.

    Essa clareza para você mesmo vai ser fundamental no transcorrer da pré-campanha e da campanha. Você vai precisar dessa motivação presente o tempo todo.

    Campanha é uma operação muito difícil. Repleta de desafios diários. E agora, com o dinheiro de doação mais curto, com a limitação às pessoas físicas, será preciso mais paciência e criatividade.

    Aproveite bem o tempo

    A pré-campanha vai até meados de agosto, quando começa a campanha oficial.

    Esse período precisa ser bem aproveitado. Invista o seu tempo em reuniões com os seus eleitores e os que poderão vir a ser. Faça palestras. Escreva artigos.

    Ande, ande, ande. Ouça, ouça, ouça. Levante quais são as principais demandas. Fale sobre elas.

    A estratégia

    Consolide a sua estratégia. Quantos votos vai precisar? Qual a linha de corte no seu partido? Abra o mapa da sua cidade e marque: onde estão os seus eleitores, onde você está mais fraco, onde você precisa ter núcleos eleitorais, onde estão as suas lideranças comunitárias.

    As ações

    Defina como será sua agenda semanal. Vai começar por onde?

    Comece a conversar com as pessoas que vão estar na sua campanha a partir de agora e defina quem vai estar na equipe partir de julho.

    Uma assessoria jurídica é muito importante desde já, assim como uma consultoria de marketing político. Assim, você vai cometer menos erros.

     

    Redes Sociais

    O TSE permite há algum tempo que o pré-candidato comece a se mexer como pode e o quanto antes.

    A Rede Social está à disposição, através do Facebook, YouTube, Twitter, Blog, principalmente.

    No entanto, esta presença precisa ser planejada. Tanto o conteúdo como a periodicidade dos posts devem estar previstos.

    Tudo isso tem que funcionar em função da estratégia traçada.

    Dessa forma você vai construindo a sua plataforma para a campanha eleitoral. No momento certo,  você vai transformar os leads em eleitores e os curtidores em voluntários para a sua campanha. A sua relevância e autoridade já terão sido confirmadas na mente dos eleitores.

     

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  • Eleições 2016: cuidado com os sinais de alerta

     

    Existem várias mudanças para as eleições deste ano, para vereador e prefeito: tanto nas regras da campanha como nos anseios dos eleitores, cada vez mais distantes do universo político. Vamos ver algumas das principais mudanças:

    Rejeição aos políticos que estão aí

    As pesquisas tem mostrado uma crescente rejeição dos eleitores aos governantes atuais e

    aos políticos tradicionais. Segundo pesquisa Ibope, 22% dos eleitores pretendem escolher outro candidato e não reeleger os prefeito da sua cidade. Esse dado reforça o cenário contrário aos políticos atuais. É evidente que há exceções. Quando o governante consegue relevância na sua gestão, ele termina consolidando uma posição de quem sabe administrar.

    No geral, no entanto, a predisposição indica muito esforço dos pré-candidatos que pretender conquistar mentes e corações dos eleitores. Junto com outros fatores, como o tempo menor de campanha (ler abaixo), vai ter maiores condições de sair vitorioso em outubro os pré-candidatos que souberem ocupar desde já o espaço que está disponível legalmente.

     

    Partidos também tem rejeição

    O eleitor está tão desgostoso com os políticos que pesquisa mostram que entre cada 10 eleitores 7 não querem nenhuma relação com partido político. É verdade que nas eleições municipais os partidos ocupam o espaço de bastidor. O que vale são os candidatos e o seu passado de muitas realizações e zero de acusações de improbidade. No entanto, essa rejeição precisa ser levada em consideração no momento de se construir o cenário político local.

     

    Tempo de Campanha

    A minirreforma aprovada pelo Congresso reduziu o período de campanha pela metade: de 90 dias para 45 dias. Deve começar no dia 16 de agosto em vez de 06 de julho. Isso torna a pré-campanha mais importante ainda a partir desta eleição.

     

    Duração do Horário Gratuito

    Seguindo a mesma tônica,  a duração da propaganda eleitoral gratuita ficou também reduzida. Agora, no lugar de 45 dias,  serão apenas 35 dias. Isso significa que terá de trabalhar muito quem está fora do executivo municipal. No entanto, além de começar a pré-campanha mais cedo (início do ano), será preciso utilizar com precisão os canais que estão liberados para a pré-campanha.

     

    Importância da pré-campanha

    Este agora é o ponto chave da campanha. Será preciso utilizar com inteligência os meios de comunicação e da forma que a Justiça Eleitoral entende que é possível. E mais importante: começar o mais antecipado possível. Uma boa assessoria jurídica é indispensável – pode começar com  a do partido em que está inscrito – para não cometer deslizes eleitorais.

     

    Doação somente de pessoa física

    Esta foi outra mudança que veio através do STF para a eleição deste ano. Não é mais possível receber doações de empresas. Somente seus eleitores poderão contribuir com sua campanha.

    O objetivo do Supremo foi barrar a famosa Caixa 2. Outro ponto  importante também  é que agora a Justiça Eleitoral é quem vai definir os limites dos gastos de campanha, de acordo com a população das cidades. O TSE tem até o dia 05 de março para definir todas as regras para essas eleições.

     

    Mais candidatos na TV e no Rádio

    Hoje são 28 partidos, entre os 35, que tem direito a parcela do horário gratuito. Com essa perspectiva, deve aumentar o números de candidatos para prefeito e vereador.

     

    O jeito é focar na pré-campanha

    Aproveite o tempo até o início oficial da campanha em agosto, para discutir projetos para a sua cidade, os desafios, e se posicionar com autoridade e a relevância necessárias para conquistar eleitores – e manter os seus.

     

    O que isso tudo significa?

    Se você é pré-candidato, comece a pré-campanha o mais cedo possível.

    Use a rede social, seu site e blog para divulgar suas ideias.

    Faça reuniões com grupos que estejam ligados à sua atuação.

    O que você não pode dizer: pedir votos!

     

     

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  • Se você só critica políticos, por que não se candidata?

     

    “Político não presta.”

    “Não conheço um político honesto.”

    “Todo político é ladrão.”

    Você já deve estar cansado de ouvir essas críticas – são tantas que já se tornaram lugar-comum.

    As pesquisas de opinião mostram que a classe política, o Congresso Nacional e o entorno estão na rabeira das listagens. Na pesquisa Datafolha de novembro, alguns dados foram sintomáticos. O desempenho do Congresso foi avaliado como um dos piores desde 1993, com 53% de ruim ou péssimo de avaliação. Outro dado inédito foi que, pela primeira vez, a corrupção foi indicada como o principal problema do país , com 34% – ou seja, um em cada três brasileiros. Em segundo lugar, lá atrás, vem a Saúde (16%).

    Há uma imagem generalizada antipolíticos.

    Claro que nenhuma generalização é justa. Se você tende a concordar com essas opiniões negativas, existe somente um caminho: você precisa se dispor a entrar no mundo da política e contribuir com seus valores morais elevados.

    A oportunidade está chegando. Em 2016, vão acontecer as eleições para prefeito e vereador.

    Que tal começar como vereador?

    Está certo, você deve estar se perguntando por que é comigo ou que diferença você poderia fazer.

    Existe uma fábula muito interessante que aborda esse tema.

    Conta que, em meio a um incêndio na floresta, um pequeno beija-flor foi visto fazendo inúmeras viagens entre um lago e o local do fogo.

    Paciente, carregava uma gotícula de água e a depositava entre as labaredas.

    Um urso vendo a cena chamou o beija-flor e perguntou-lhe:

    – Diga, pequeno colibri, você espera conter o incêndio com o seu gesto?

    – Não, amigo urso. Mas estou fazendo a minha parte!

    É esta a questão. Neste momento de transição, há forte tendência – como mostram cenários do passado – de renovação dos políticos.

    Como tenho alertado, existe também um risco de que aventureiros substituam-nos.

    Para que essa ameaça seja reduzida, é preciso que indivíduos que costumam torcer o nariz para o atual cenário se disponham a disputar um posto político.

    Falamos do cargo de vereador. É um bom início. O vereador está para a política assim como o kart está para a Fórmula 1. Airton Senna, o campeão inesquecível, dizia que devia toda sua habilidade ao volante para o período em que praticou nas pistas de kart no início de sua carreira.

    Talvez seja a campanha mais difícil. Muitos candidatos, pouca ajuda, muito trabalho, uma vitória distante.

    Esse desafio costuma motivar algumas pessoas.

    Comece agora. Não há tempo a perder. Você vai ter que centrar seu esforço tanto nas redes sociais como nos encontros corpo a corpo.

    Alguns pontos que você precisa cuidar e que foram publicados no post O Trabalho de Formiguinha (http://marketingpoliticointegrado.com.br/o-trabalho-de-formiguinha/ ).

    Candidato. Por que você quer ser candidato? Esta é uma pergunta importante, porque vai representar a motivação de levar adiante suas ações. E que ninguém se iluda: a campanha é um processo muito difícil e cheio de obstáculos. Em caso de dificuldade com relação a este item, o Coaching pode ser uma ajuda valiosa (veja mais em http://marketingpoliticointegrado.com.br/faca-o-coaching-fortalecer-a-sua-campanha/ )

    Redes Sociais. Comece a expor suas ideias no Facebook, no Twitter e no YouTube. É a partir desses contatos que na hora da eleição vem você poderá convertê-los em eleitores. Lembre-se de que você ainda não pode dizer que é candidato. Mas tem muito assunto para você comentar sobre sua região, sua área de atuação e sua cidade. Site e Blog são importantes para ajudar nessa comunicação via Internet. Planeje o Marketing de Conteúdo.

    Palestras e encontros. Monte sua agenda de encontros e palestras. Fale sobre os temas que lhe são familiares.

    Newsletter. Ative sua lista de e-mails. Publique uma newsletter quinzenal.

    Marketing Político Integrado. Contrate uma assessoria que conheça as áreas de atuação. Vai ajudar você cuidar das ações de forma estratégica.

    O seu trabalho é de formiguinha. Trabalhe para que de passo em passo você sedimente sua conquista de objetivo.

     

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  • O trabalho de formiguinha

     

    Quero ser vereador em 2016. O que faço agora?

    Esta é uma pergunta poderosa – como se costuma dizer, uma “pergunta de Coach”,

    Se este é o seu caso, mãos à obra que o tempo passa rápido. Você tem que fazer muito e já, neste momento.

    Permita-me fazer uma analogia da preparação para a campanha eleitoral de vereador com o trabalho da formiga.

    É exatamente isso o que acontece. A ótica mental minimiza – e muito – a importância desse trabalho. Costuma-se ver como algo menor, sem importância, misturado às muitas ações que definem o cenário da campanha como um todo, que engloba as eleições para vereador e prefeito no ano que vem.

    Aqui, quero fazer um alerta: você, nem que seja somente você, não pode pensar dessa forma.

    As fábulas e metáforas sobre a formiga reforçam sempre a ideia de uma incansável trabalhadora, que faz repetidamente a mesma tarefa de guardar provisões para o próximo inverno (campanha).

    Coloque na sua mente que seu trabalho – metódico, repetitivo e às vezes cansativo – será, desde agora para quem não começou antes, colocar o pé no chão e caminhar muito para conquistar a sua meta para 2016.

    A campanha de vereador, incluída esta fase de preparação, é muito importante para o conjunto de ações partidárias. Durante a etapa do marketing eleitoral, será o candidato a vereador que vai ajudar a capilarizar as ações estratégicas do candidato a prefeito de sua chapa eleitoral.

    No entanto, não se anime. Nem sempre, como já indiquei, você será considerado com esta primazia. Nas campanhas de prefeito que dirijo, faço questão – aqui é um ponto estratégico – de valorizar esse importante trabalho eleitoral.

    Também não desanime. A grande verdade é que tudo vai depender de você. O que você vai fazer por você mesmo, para realizar as suas ações

    Na perspectiva do Marketing Político Integrado, existem ações específicas que devem ser desenvolvidas a partir de agora.

    Leia em http://marketingpoliticointegrado.com.br/a-vez-do-marketing-politico-integrado/

    Aproveite o tempo e veja o que você pode fazer agora:

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    Candidato. Responda com honestidade: o que leva você a ser candidato? Esta é uma pergunta importante, porque vai representar a motivação de levar adiante suas ações. E que ninguém se iluda: a campanha é um processo muito difícil e cheio de obstáculos. Em caso de dificuldade com relação a este item, o Coaching pode ser uma ajuda valiosa (veja mais em http://marketingpoliticointegrado.com.br/faca-o-coaching-fortalecer-a-sua-campanha/ )

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    Redes Sociais. Comece a expor suas ideias no Facebook, no Twitter e no YouTube. É a partir desses contatos que no ano que vem você poderá convertê-los em eleitores. Lembre-se de que você ainda não pode dizer que é candidato (somente a partir do dia 6 de julho, quando começa a campanha oficial). Mas tem muito assunto para você comentar sobre sua região, sua área de atuação e sua cidade. Site e Blog são importantes para ajudar nessa comunicação via Internet.

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    Palestras e encontros. Monte sua agenda de encontros e palestras. Fale sobre os temas que lhe são familiares.

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    Newsletter. Ative sua lista de e-mails. Publique uma newsletter quinzenal.

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    Marketing Político Integrado. Contrate uma assessoria que conheça as áreas de atuação. Vai ajudar você cuidar das ações de forma estratégica.

    O seu trabalho é de formiguinha. Trabalhe para que de passo em passo você sedimente sua conquista de objetivo.

     

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