• Ventos de mudança sopram da Argentina

     

    A mudança na presidência da Argentina, com a eleição do conservador Mauricio Macri, encerra o ciclo de 12 anos do kirchnerismo.

    A atual presidente, Cristina Kirchner, nem está tão mal nas pesquisas: seu índice de aceitação continua em 50%.

    O que se percebeu foi um profundo desejo de mudança. Alguns dados da eleição reforçam essa tendência.

    Pela primeira vez, houve realização de segundo turno nas eleições presidenciais argentinas.

    Daniel Scioli, o candidato apoiado por Cristina, vencera no primeiro turno por uma magra diferença de 3% dos votos. Macri conseguiu arregimentar mais apoio para vencer no segundo turno.

    Engenheiro, filho de um dos empresários mais ricos do país, Macri dirigiu o Boca Juniors, uma das principais agremiações do futebol portenho, e estava cumprindo o segundo mandato à frente do governo de Buenos Aires. Há alguns anos, ajudou a fundar um novo partido, o PRO, ao largo do peronismo e do radicalismo. E com ele chegou à presidência.

    Especialistas entendem que o eleitor argentino ficou cansado do intervencionismo estatal na economia do país, a ponto de, dizem eles, manipular as taxas de inflação, hoje oficialmente na casa de 28%.

    Mais do que isso pode ter ficado sensível ao discurso conciliador de Macri ante o repetitivo bordão de guerra do “nós contra eles”.

    Há quem se lembre do lendário efeito Orloff, ou seja, tudo o que acontece no país vizinho é uma prévia do que vai acontecer no Brasil. Para um argentino, Jorge Fontevecchia, diretor do grupo editorial Perfil, isso já poderia ter ocorrido no Brasil nas eleições do ano passado. Ele disse numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo:

    “Creio que vivemos (Brasil e Argentina) ciclos parecidos. Essa mudança aqui (na Argentina) talvez tivesse ocorrido também na eleição brasileira (segundo turno), caso tivesse acontecido alguns meses depois.”

    No Brasil, o desejo de mudança tem-se se manifestado há algum tempo e pode refletir nas eleições de 2016, para prefeito e  vereador.

    Com isso, eleitores e pré-candidatos precisam tomar cuidado.

    Os eleitores podem, na ânsia de não eleger “figurinhas marcadas”,  escolher apressadamente aventureiros.

    Candidatos devem prestar atenção aos detalhes. Sejam autênticos, porque este pode ser o filtro diferencial nas eleições de 2016.

     

    edsonhigo@marketingpoliticointegrado.com.br

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  • Político também deve ter valor

     

    Fazemos tudo na vida em função de nossos valores pessoais.

    Inclusive escolhemos com quem vamos viver juntos a partir de uma sintonia fina dos nossos valores com os da outra pessoa escolhida.

    E este é um filtro que agora os eleitores passam a levar mais em conta na hora também de escolher seus candidatos.

    É o que mostram pesquisas de opinião recentes.

    Segundo o Datafolha, de cada 10 eleitores sete não pensam em partido político na hora de escolher um candidato. Os índices de aceitação de PT e PSDB são baixos, 11% e 10% respectivamente.

    Há indícios de que os eleitores estão buscando novos nomes, deixando de lados os chamados políticos conhecidos.

    Ainda de acordo com o Datafolha, o índice de rejeição de prováveis pré-candidatos conhecidos para a eleição presidencial de 2018 está acima de 50%.

    Com isso, volta a existir o risco de que, nesse processo emocional, um aventureiro seja eleito, como já vimos no passado.

    Com esse alerta amarelo, quem começa sua jornada política agora, com vista às eleições de 2016, precisa tomar cuidado e levar em conta alguns pontos que começam a balizar as escolhas dos “novos” eleitores. É preciso construir uma imagem real, consolidada em fundamentos atuais que privilegiam a imagem de político que eles querem agora.

    Responda com sinceridade (para você mesmo) sobre o motivo que leva você a ser candidato.

    Tenha certeza sobre essa resposta.

    Qual a motivação maior que leva você a se candidatar?

    Toda campanha é uma jornada muito difícil, repleta de desafios. Por isso é preciso ter convicção profunda sobre o tema.

    Quais valores sustentam a sua vontade de se eleger?

    No Coaching, existem ferramentas e técnicas que permitem ao coachee (quem recebe o processo) encontrar a verdadeira resposta. Como dizem, “Coaching é a arte de conversar com a Alma”.

    É preciso entender que em toda tomada de decisão existe alguma perda. A história do ganha/ganha não vale para esse nível interior.

    O quanto – e o que – você está decidido a abrir mão para se candidatar.  E o mais importante: o quanto você está disposto a investir do seu tempo para ajudar a sua comunidade.

    Estas são as respostas fundamentais que o candidato precisa obter antes da sua decisão.

    O Coaching pode ser uma ajuda valiosa para essa decisão (veja mais em http://marketingpoliticointegrado.com.br/faca-o-coaching-fortalecer-a-sua-campanha/ )

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  • Na Política, mentira pode ter pernas longas

     

    A mentira é um dos maiores problemas que se podem enfrentar. Se for político, precisa tomar ainda mais cuidado. Afinal, para quem tem visibilidade pública redobram-se as possibilidades de cobrança.

    Nem todos pensam assim. Há políticos que se importam apenas com o momento. Acabam se esquecendo da memória virtual que perpetua todos os desmandos – e também as boas ações – que são cometidos.

    A memória da Internet é implacável. Cometa um deslize – efakes pronto você pode ser desmascarado na hora – ou em pouco tempo – na Rede Social. Na Política, principalmente. Existem aqueles que usam os meios digitais para denegrir políticos, pessoas com presença pública. Geralmente se escondem atrás de perfis fakes e pensam estar assim protegidos. Ledo engano. Com os recursos tecnológicos à disposição, as autoridades policiais chegam facilmente ao computador de onde partiram as infâmias. Confie na Polícia Civil e Federal em caso de ser vítima de tais ataques.

    Quando o político diz coisas que estão além da sua capacidade, ou garantem o que não podem afiançar, acabam colocando a sua imagem política no fogo da rejeição.

    Há casos clássicos.

    Existem imagens arquivadas de políticos que negaram de pé junto e até choraram – alguns – quando foram veiculadas informações de suspeitas policiais ou judiciais, geralmente nos telejornais de maior audiência. Algum tempo depois, verificava-se que tudo não passara de um grande show de mentira deslavada. Os políticos-atores eram comprovadamente culpados. Mentiram mais uma vez – a última – para o seu eleitorado.

    Há também aqueles que juram não ter conta no exterior. Mas graças à eficiência da justiça de países de primeiro mundo acabam sendo processados com provas documentais. Alguns são inseridos nas listagens de procurados pela polícia internacional.

    É também por casos como esses que a classe política está com índices muito elevados de rejeição. O que não se deve generalizar: afinal, existem políticos dignos de confiança.

    O exemplo contrário também é digno de nota. Existem políticos que admitem os erros, assumem a culpa em público e podem ser até perdoados por seus eleitores. São casos mais frequentes nos Estados Unidos, Inglaterra e em países nórdicos.

    O que se pode aprender diante desses cenários, para quem é pré-candidato:

    1. Nunca minta. Quando prometer alguma obra, faça com a consciência de que vai realizá-la. Pode ser que as circunstâncias impeçam. Isso pode acontecer e você terá condições de explicar a real situação do que aconteceu.
    2. Seja você sempre. Com isso, você adotará ações que sabe serem possíveis.
    3. Tenha em mente o propósito de sua candidatura. Se for por motivo menor, ela pode minguar com o tempo. Campanha é um processo muito difícil.
    4. Para os pré-candidatos a vereador, seja simples. Trabalhe, trabalhe, trabalhe pela sua candidatura e a do prefeito da sua coligação. Traição é um pecado do tamanho da mentira.

    Edson Higo

     

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  • O trabalho de formiguinha

     

    Quero ser vereador em 2016. O que faço agora?

    Esta é uma pergunta poderosa – como se costuma dizer, uma “pergunta de Coach”,

    Se este é o seu caso, mãos à obra que o tempo passa rápido. Você tem que fazer muito e já, neste momento.

    Permita-me fazer uma analogia da preparação para a campanha eleitoral de vereador com o trabalho da formiga.

    É exatamente isso o que acontece. A ótica mental minimiza – e muito – a importância desse trabalho. Costuma-se ver como algo menor, sem importância, misturado às muitas ações que definem o cenário da campanha como um todo, que engloba as eleições para vereador e prefeito no ano que vem.

    Aqui, quero fazer um alerta: você, nem que seja somente você, não pode pensar dessa forma.

    As fábulas e metáforas sobre a formiga reforçam sempre a ideia de uma incansável trabalhadora, que faz repetidamente a mesma tarefa de guardar provisões para o próximo inverno (campanha).

    Coloque na sua mente que seu trabalho – metódico, repetitivo e às vezes cansativo – será, desde agora para quem não começou antes, colocar o pé no chão e caminhar muito para conquistar a sua meta para 2016.

    A campanha de vereador, incluída esta fase de preparação, é muito importante para o conjunto de ações partidárias. Durante a etapa do marketing eleitoral, será o candidato a vereador que vai ajudar a capilarizar as ações estratégicas do candidato a prefeito de sua chapa eleitoral.

    No entanto, não se anime. Nem sempre, como já indiquei, você será considerado com esta primazia. Nas campanhas de prefeito que dirijo, faço questão – aqui é um ponto estratégico – de valorizar esse importante trabalho eleitoral.

    Também não desanime. A grande verdade é que tudo vai depender de você. O que você vai fazer por você mesmo, para realizar as suas ações

    Na perspectiva do Marketing Político Integrado, existem ações específicas que devem ser desenvolvidas a partir de agora.

    Leia em http://marketingpoliticointegrado.com.br/a-vez-do-marketing-politico-integrado/

    Aproveite o tempo e veja o que você pode fazer agora:

    1

    Candidato. Responda com honestidade: o que leva você a ser candidato? Esta é uma pergunta importante, porque vai representar a motivação de levar adiante suas ações. E que ninguém se iluda: a campanha é um processo muito difícil e cheio de obstáculos. Em caso de dificuldade com relação a este item, o Coaching pode ser uma ajuda valiosa (veja mais em http://marketingpoliticointegrado.com.br/faca-o-coaching-fortalecer-a-sua-campanha/ )

    2

    Redes Sociais. Comece a expor suas ideias no Facebook, no Twitter e no YouTube. É a partir desses contatos que no ano que vem você poderá convertê-los em eleitores. Lembre-se de que você ainda não pode dizer que é candidato (somente a partir do dia 6 de julho, quando começa a campanha oficial). Mas tem muito assunto para você comentar sobre sua região, sua área de atuação e sua cidade. Site e Blog são importantes para ajudar nessa comunicação via Internet.

    3

    Palestras e encontros. Monte sua agenda de encontros e palestras. Fale sobre os temas que lhe são familiares.

    4

    Newsletter. Ative sua lista de e-mails. Publique uma newsletter quinzenal.

    5

    Marketing Político Integrado. Contrate uma assessoria que conheça as áreas de atuação. Vai ajudar você cuidar das ações de forma estratégica.

    O seu trabalho é de formiguinha. Trabalhe para que de passo em passo você sedimente sua conquista de objetivo.

     

    Consultoria de Marketing Político Integrado online (Skype). Ganhe um bônus de sessão de 30 minutos gratuitos.

    Mande e-mail para edsonhigo@marketingpoliticointegrado.com.br

     

     

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